Como é o seu relacionamento com a propaganda?S.M. – Bom dia Haendel. É de análise. Tanto como consumidora quanto como observadora da mídia. No geral, gosto das que são politicamente corretas e não substimam o consumidor.
S.M – Penso que é um instrumento legítimo de convencimento, utilizado pelo marketing. Gosto de propaganda, gosto muito. Isso é a primeira coisa que me vem na cabeça. Tem comerciais que nao esqueço nunca.
S.M – Um jingle do Pao Bragança, da Padaria Bragança. Foi o primeiro jingle de rádio que se tem notícia, pelo que sei. Não dá pra cantar aqui né? rs… Mas acho legal pela pureza. Dentre os mais novos tem o ‘Compre Baton’; ‘Tem que ser gelol’…são muitos.
S.M -Claro que sou. Quando vou ao supermercado que chego na seçao de limpeza. O primeiro sabão em pó que pego é OMO! A lã de aço é BOMBRIL! O estojo de depilar é GILETTE! E por ai vai…sou sim. Mas não sou alienada. Experimento, gosto e adoto o produto. É assim que faço.
S.M. – Forma. E deforma. Forma quando você não consome sem pensar se aquele produto realmente agrega na sua vida. Quando você compra porque sua vizinha tá comprando, sem estar precisando daquilo, aí seu hábito foi deformado pela propaganda. Mas não é culpa da propaganda também. O consumidor tem que ter consciência do que precisa para viver.
S.M. – Não. Como sou observadora da propaganda, gosto de ver tudo. Agora, como consumidora se seu percebo um ranço de preconceito, segregação etc, eu procuro ver de forma crítica e, se for o caso, combater né? Mas não mudo de canal não.
S.M. – Acho que a publicidade acompanha muito bem o atual momento. Digamos que a publicidade esteja ‘madura’ em sua existência. Tenho visto trabalhos lindos, criativos, inteligentes. Acho que isso se deve a uma nova consciência criada no meio publicitário também. Mas, como em todos os meios, existem os que vão pela via contrária né? Mas acho minoria.
S.M. – Que sejam éticos. Depois disso, vão buscar inspiração onde ela realmente está. Na rua, no meio do povo, na cultura peculiar de cada gente. E sempre que puderem, use alegria em suas propagandas, porque esse mundão carece de riso. Rir com uma propaganda é tudo na vida. É como um bom humorista contar uma boa piada. E sejam verdadeiros. Não criem propagandas ‘Franksteins’.
Assine nossa Newsletter e receba as novidades do Comunicadores de Plantão no conforto do seu email!







Belissímos esses spots criados pela agência TAXI do Canadá com produção da Umeric para a promover o novo layout do MSN.ca onde o símbolo máximo do portal – a borbolet[...]
Toda mulher sabe da importância do auto-exame para a prevenção do câncer de mama, só que esse ato não substitui a mamografia que é capaz de detectar possíveis tumores muit[...]
A Havaianas é uma das principais marcas brasileiras de destaque fora do país e dispensa apresentações. Depois de variar (e muitos) em seus modelos e cores de sandálias, cria[...]
Uma viagem pela história da arte. Assim pode ser resumido o clipe “70 Million” da banda americana Hold Your Horses que de uma forma totalmente hilária reconstroem g[...]
Belo comercial desenvolvido pela TBWA da Bélgica para a distribuidora de gás natural Aardgas. Em stop motion, o spot mostra de forma singela os benefícios que o gás natural tr[...]
O Recognizr é uma aplicação conceito criada pela empresa sueca Polar Rose, que integra duas tecnologias: reconhecimento facial e realidade aumentada.
Ao apontar a câmera do [...]

