
“Em outubro de 2006, quando o YouTube começou, vimos que todos aqueles vídeos tinham como objetivo entretenimento”, diz Andrej Masiar, um dos fundadores do iMoondo.
“Então, inspirados em parte pelo site ”craigslist”, criamos um site grátis de classificados em vídeo”, conta Masiar.
Os vídeos não são feitos somente por empresários. Graças às taxas cada vez mais baratas da banda larga, a internet está se tornando uma enorme feira em vídeo de artigos usados.
“No futuro, as pessoas vão usar webcams e programas como Skype para comprar e vender”, diz Wayne Arnold, especialista em propaganda online. “Ao invés de ver o vídeo e ir à loja, por que não falar diretamente com o vendedor?”
Compilado de BBC Brasil
Os classificados tradicionais têm diminuído nos últimos cinco anos, já os da internet estão indo na direção contrária. Isso mostra perfeitamente o funcionamento da web 2.0, onde o próprio usuário e futuro anunciante, cria, edita e coloca na web o seu trabalho.
Não sei até que ponto isso pode ser prejudicial ao poder criativos das agências, mas que elas devem se adaptar devem!



















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