Hubba Bubba atacando as mídias externas

Hubba Bubba (sempre um nome meio indígena) é uma marca de chiclete alemã, que com ação da agência BBDO Düsseldorf, colocou balões – imitando aqueles de chiclete – na boca de modelos das propagandas de mídia externa.

Muito legal essa ação, que pode ser descrita como Guerrilha também, pois usa de uma propaganda que já foi paga a mídia e se alto-divulga com um material 3D e apenas gastando na produção do balão.

Mas será que isso é permitido? Aqui no Brasil eu tenho certeza que o Conar já ia proibir essas intervenções em propagandas. O que vocês acham?

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14 comentários
para “Hubba Bubba atacando as mídias externas”

  1. 1
    Haendel Dantas disse:

    Fala Gui!

    Rapaz excelente ação de Guerrilha e esperta, pois eles não tiveram quase nenhum trabalho. Só não sei se esses tipos de ações aqui no Brasil seriam coibidas… Me lembru vagamente as ações do THE DECAPITATOR (http://comunicadoresdeplantao.blogspot.com/2008/02/
    decapitator-ataca-novamente.html)

    Abraços e é nozes!
    :)

  2. 2
    Guilherme Louro disse:

    Falaa
    sou fã de ações de guerrilha, essa é muito irada, simples e de grande impacto!
    vou te indicar um video que eu vi hoje! Sobre uma propaganda feita para o aborto, buscando a opinião publica sobre esse assunto polemico!! muito legal a propaganda.
    Fica ae a minha dica
    http://br.youtube.com/watch?v=iGWW3M3s_t0

    espero ter ajudado!!!
    Grande Abraço

  3. 3
    Tiago Fidelis Moralles disse:

    Interessante essa ação, lembra a que está sendo feita nas revistas para o Big Big.
    Abraços.

  4. 4
    Deise Savi disse:

    Ai meu Deus, eu com a minha inveja cor-de-rosa. Ter um cliente que permita uma ação dessas, é o máximo. Muito bom!!
    Abçs Deise

  5. 5
    Thiago Alex disse:

    Eu não sou muito chegado a chiclete, mas aquela primeira foto ia me tirar da indecisão entre o alemão aí e um bubaloo.

  6. 6
    Bastidores da Propaganda disse:

    muito boa essa ação de guerrilha… aqui no Brasil este tipo de ação “parasita” seria banida… e a marca poderia sofrer processos… apesar de estar pegando carona em trabalhos publicitários que tiveram de fazer todos os processos trabalhosos até chegar aos meios de veiculação, ainda sou fã de mkt de guerrilha. Mas um porém, não gosto de campanhas que usem outras para se promover… acho que, se nã o houver consentimento, é uma tremenda falta de ética, e um desrespeito aos profissionais responsáveis pelas peças…

  7. 7
    Paty disse:

    Oi Guilherme,
    Achei a campanha criativa, mas intervir assim em outras propagandas é anti-ético… o mínimo que eles poderiam fazer seria tentar parcerias com as empresas que estão na mídia exterior. Aqui no Brasil isso teria uma repercussão um tanto negativa…
    bjus
    Paty

  8. 8
    Luiz Hozumi disse:

    Não sei não, mas pra mim isso é tão bom pros chicletes quanto pra quem eles grudam, a marca da empresa que foi grudadaaparece duas vezes, uma vez pq ela pagou e está lá e outra aparece pq outra empresa a achou interessante e chamativa o bastante para associar se a ela, acho q as duas ganham mais visibilidade com isso. ótima ação..

  9. 9
    Kazahn disse:

    This comment has been removed because it linked to malicious content. Learn more.

  10. 10
    Alexandre Mandarino disse:

    “Descrevida” é dureza, hein?

  11. 11
    Haendel Dantas disse:

    Opa Alexandre, o ato falho já foi corrigido!

    abs

  12. 12
    Felipe Mendes disse:

    concordo c/ o bastidores da propaganda e a paty. é uma puta duma falta de respeito e ética!

  13. 13
    Juliana Gulka disse:

    Realmente foi muito bem pensado. Mas concordo com a cara aí em cima, é uma falta de respeito para as empresas que foram vitímas da bola de chiclete!
    =*

  14. 14
    Felipe disse:

    que falta de respeito que nada gente. estou com o Luiz Hozumi, isso mais ajuda a marca anunciante que ganhou esse ‘plus’, do que atrapalha. se for feito coordenado direitinho, essa ação pode ser implantada apenas em placas que estejam “vencidas”, tipo: jájá, amanhã, ou no máximo depois de amanhã entram novos cartazes na mídia… estamos cansados de ver outdoor de festas e eventos, ou campanhas sazonais (mães, pais, etc) que já passaram e as placas continuam na rua… mas no brasil acho que não aprovariam e, se rolasse, teríamos processos pra uma ou duas décadas.

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