
Depois da ação criada para divulgar que o filme Kill Bill faria parte da programação da rede de televisão da Nova Zelândia, TV2, a agência Saatchi & Saatchi desenvolve ações em locais realmente ‘impossíveis’ para anunciar a transmissão do filme Missão Impossível III.
Os cartazes explicam o objetivo da missão referentes ao local que foram instalados. Algumas das missões:
-Anunciar este filme em território inimigo, instalado nas janelas da frente da sede da TV3, rival do canal aberto da televisão neozelandesa.
-Anunciar este filme em um recinto de leão, instalado no Zoológico Auckland.
-Prender este cartaz com goma de mascar, cartazes grudados com chicletes em paredes da cidade.
Mais uma vez a agência reforça particularidades do filme para anunciar sua transmissão na rede de televisão. Neste caso, a idéia foi mostrar que a veiculação do filme era tão incrível quanto a realização dos objetivos mostrados nos anúncios.
Bom, a campanha tem características um tanto ‘impossíveis’ que me fazem pensar em algumas questões:
O anúncio na fachada do concorrente desrespeita um espaço, para conquistar outro. Existe uma limitação entre criatividade e invasividade? Até que ponto a ética na propaganda é relevante para os resultados gerados pela mesma?
E mais, esse leão tão aparentemente ‘real’ não transmite uma sensação de insegurança? Como podemos comprovar a veracidade da ação se estamos a quilômetros de distância do local do acontecimento?
Será uma campanha online disfarçada de offline?
Sei que essa ação pode não ser exatamente um exemplo disso, mas gostaria da opinião de vocês sobre essas questões.
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