Essa ação reforça a afirmação de que hoje tudo pode virar mídia. Até moscas. É isso mesmo.
Para promover e fazer com que as pessoas visitassem o stand uma editora chamada Eichborn (que usa como símbolo uma mosca) durante a Feira do Livro de Frankfurt, a agência Jung von Matt/Neckar resolveu inovar colando com cera pequenos banners em 200 moscas varejeiras que circulavam perto do stand e pousavam no seu “target” causando curiosidade.
Agora me digam: Nojento? Será que dá resultado?








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Só pra reafirmar o comentário daqueles que acreditam que o tipo de ação é de extremo mal gosto e anti-ético. Acredito que este post valha muito (se é que vale), de estatistica da nossa cada vez mais falta de juizo mental.
Nossa cultura coinsumista e neo-liberal diz que podemos fazer de tudo, pois “somos criativos”, detentores de consciencia, pensamos (ou pelo jeito não!), por tanto, podemos fazer o que bem entender. Mas é aquilo, o ser humano definiu pra ele uma hierarquia de espécies. Comer cachorro não pode, vaca sim, cavalo não, e por ai vai. Mosca é bicho escroto nojento, e estas pessoas não percebem que num sistema de um bioma uma mosca serve muito no ciclo de sua vida. como são os microorganismos que realizam a compsotagem, por exemplo.
Mas é aquilo ser humano em todo seu envaidecimento e consciencia do seu consciente tem a capacidade criativa de ter a opção e independencia pela burrice.
A pessoas adoram mesmo é se olhar no espelho e dizer “eu sou!”. Grande parte desses se acham que são algo, ou que querem ser. No fim a maioria acaba sendo não mais do que a merda em que a mosca pousa. Um monte de bosta que fala.
O que é um dado infeliz, aínda mais por vir de pessoas que em geral tiveram possibilidade de acessar educação de qualidade e de berços de ouro.
Mas é isso ai, o aquecimento global ta ai e o que tenho mais visto é gente dando risada, comprando ar condicionado pra se alienar ainda mais sem mudar seu comportamento.
Vamos nos “adaptando” sem mudar nosso pensamento ilimitadamente criativo, mas só a favor da burrice que nos entorpece.
Abraço
Resumindo o Leonardo Assis não é publicitario
Leonardo Assis, PARABÉNS pela análise.