Na edição da semana passada da revista Veja (30.12.09, número 2145) ela trouxe uma reportagem que mostrava 10 ideias e posturas para um mundo mais sustentável e verde. E entre esses 10 tópicos, destaco o papel social da propaganda que abordou o greenwashing, que é a artimanha de “esverdeamento” de uma marca.
No quadro abaixo ele dá sinais para identificarmos uma propaganda ecológica enganosa:
É como afirma o Nizan Guanaes: “A publicidade deve ser o último passo da política de sustentabilidade da empresa. Ela só funciona quando reflete um conceito presente em toda a cadeia. Se o pensamento sustentável não estiver no DNA da empresa, fazer propaganda dele é o mesmo que dar um tiro no pé.”
Concordam?









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Infelizmente estamos rodeados desse tipo de propaganda enganosa.
Hoje em dia ser “ecologicamente correto” virou moda.
Concordo!
Concordo demais! E já vi empresas correrem atrás desse caminho reverso – fazer propaganda verde sem, contudo, ter esta postura cravejada em seu DNA. Dinheiro perdido; não convencem ninguém. O Nizan tá certo, e essas observações publicadas na Veja vieram a contento.
Concordo sim e tem muita gente se aproveitando dessa “onda verde” pra lucrar mais sem estar realmente preocupado com o meio ambiente…Al Gore que o diga!
de uns tempos p ca é oq + tenho visto!!! empresas querendo levar proveito em cima de uma tema tão sério, e não fazendo nada direito p se destacar!
branding 3.0 …
O que o NIzan disse faz sentido, porém, a realidade é que as empresas que hoje dizem ser ”verdes” eram as mesmas que ontem fizeram o mundo chegar aonde estamos hoje. A grande realidade é que, na minha opinião, a empresa que adotar um posicionamento mais sincero, do tipo: Estamos ralando pra nos adaptarmos a um modelo mais sustentável. – acho que é o caminho, talvez esteja viajando por ter uma visão um pouco mais clínica, talvez chegar pros consumidores e falar que é ”verde” do dia pra noite funcione. Enfim, é isso que eu penso.