marca_rio_2016_olimpiadas_
31 dez’10 Postado por em Branding, Brasil, Design

Foi apresentada hoje a tão aguardada marca oficial dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016. Segundo o Comitê Olímpico Brasileiro, a marca representa pessoas de mãos dadas num formato que lembra o Pão de Açúcar e traduz com inspiração o espírito olímpico e seus atletas, o Rio e os cariocas, sua natureza, sentimentos e aspirações, tornando uma marca essencialmente humana.

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A agência carioca Tátil foi a criadora da logomarca e aqui nesse link você confere como foi todo o processo de desenvolvimento, e abaixo o vídeo:

Então? O que acharam?

 

Foi apresentada hoje a tão aguardada marca oficial dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016. Segundo o Comitê Olímpico Brasileiro, a marca representa pessoas de mãos dadas num formato que lembra o Pão de Açúcar e traduz com inspiração …

44 Comentários

Comentários

  1. 04

    Realmente mt bom, tbm adorei o vídeo e o logotipo.
    Como disseram, esse sim tem um estudo, mostra como é o país, agora o da Copa é péssimo realmente.

  2. Rio 2016 « Visions In My Head
  3. 07

    Emocionante…estou apaixonada pela marca e por sua essência. Quanto às acusações de plágio…nada se cria; tudo se copia (e se aprimora, se adequa). Parabéns à Tátil!

  4. 09

    Primeiro: Como assim “logomarca”? Alguem escreveu no twitter “Cada vez que um jornalista escreve LOGOMARCA um designer engatilha uma arma… e o Diabo faz um risco na parede.”.

    Segundo: Não achei plágio. Estamos recebendo influencias por todos os lados. Impossivel nao ser afetado por elas. Se houve influencia da marca da telluridefoundation, nao passa de uma referencia. A marca do Rio é conceitualmente diferente, e isto é o mais importante.

  5. 12

    não achei plágio. Achei uma referência mais clara á obra “ciranda” no jardim botânico do que á marca da fundação. Nessa altura do campeonato é normal que tudo que a gente crie já exista algo parecido. Muito boa a marca! Invejável!

  6. 13

    Achei completamente inovadora e envolvente… para quem gosta de arte vai se emocionar (talvez) como eu me emocionei! Muito linda, envolvente, inovadora, criativa… emocionante! Parabens ao pessoal da Tátil, isso mostra a qualidade dos publicitarios brasileiros!

  7. 14

    Na minha opinião profissional e pessoal, não importa se ouve plágio consentido ou não. De fato…É PLÁGIO!
    Segundo o criador, Fred Gelli: “A marca é radicalmente diferente por ser tridimensional. O Rio, em si, é uma escultura e as pessoas vivem dentro dela.
    Francamente o termo usado “radicalmente diferente” foi radical ao extremo.
    De qualquer forma, o diretor de arte que a criou com toda certeza jamais assumirá o erro impagável e internacional cometido. Porém, é fato que se deva agora tomar uma atitude quanto ao que foi feito.
    A logomarca é sim muito semelhante no ponto de vista da criação e do conceito, o que é ainda mais grave pois não se trata apenas do design em si. Originalidade é algo de suma importância para quem trabalha nesse área. É fato também, que em muitos casos, se não a maioria, que alguns trabalhos não são originais pois são simplesmente modificados. Uma idéia quando é boa, realmente serve de inspiração para muitas outras. Mas, se tratando de um trabalho, cujo o público alvo nada mais é do que todas as pessoas do mundo inteiro, é claro e evidente que essa técnica jamais deveria ser aplicada.
    A solução para está “gafe internacional” é simples e dolorosa:
    Reconhecimento do erro e apuração dos fatos, pois se trata de um pessoa comum fadada a erros, porém com punições a agência responsável.
    Recomeçar do zero todo o trabalho de criação, seleção e divulgação, pois ainda há tempo para não sermos alvo de piadinhas estrangeiras, com trabalhos ORIGINAIS na criatividade, no conceito e perfeita em seu design.
    O Brasil hoje se destaca e compete entre os países mais criativos do mundo. Perder esse mérito, para o “jeitinho brasileiro”, sem dúvidas, seria algo inestimável.

  8. 15

    Uma marca simples e de uma visão linda, curvas e pessoas. Tudo que o Rio e para nós cariocas precisavamos para começar um ano de mudanças. Uma marca que emociona a marca que representa o espirito olimpico e ainda mais a coletividade que esta presente no video. Parabéns a empresa, parabéns ao criador, “designer” que somos ainda mal reconhecidos e novamente Parabéns à Tátil.

  9. 17

    Ficou linda… o vídeo quase resume o trabalho.
    não é plágio, não é primeira vez que vemos pessoas estilizadas construindo o símbolo de uma competição… porém tem estudo para sua construção, transmite exatamente o conceito proposto… A palavra Rio não ficou tão subjetiva assim..
    Parabéns, excelente trabalho!

  10. 22

    Adoraria dizer, conclusivamente, que não passa de coincidência. Juro, adoraria…
    Mas, sinceramente, não dá.
    Não reconhecer a incrível semelhança entre a logomarca da Rio 2016 e da Telluride Foundation (ONG do Colorado, EUA), é tapar o Sol com um logotipo.
    O criador do trabalho brasileiro, Fred Gelli já negou a cópia. Claro, seria surreal se confirmasse. E exagerou ao defender-se também da compararação com um quadro do pintor francês Matisse.
    - A marca é radicalmente diferente por ser tridimensional. O Rio, em si, é uma escultura e as pessoas vivem dentro dela.
    “Radicalmente diferente”??!…
    Por outro lado, é quase inimaginável que os profissionais conceituados da agência vencedora, fossem ingênuos o suficiente para plagiar algo que seria difundido mundialmente por tantos anos, acreditando passar impunes num mundo de internet globalizada.
    Olhando por esse ângulo, aumenta-se o absurdo do possível plágio. Ou amplia-se imensamente a hipótese do infeliz acaso.
    O fato é que, de um jeito ou de outro, ficamos com um problema. No melhor dos cenários, temos uma péssima coincidência, que já virou polêmica inegavelmente justificada, e joga sombra de suspeita exatamente sobre o grande símbolo dos Jogos.
    Nada pode ser mais emblemático e indesejável que isso. Principalmente quando ética e transparência precisam tremular alto nos próximos cinco anos.
    É no mínimo perturbador imaginar sequer a hipótese de que um trabalho plagiado possa ter vencido outros 138, originais e honestos.
    Considerando que tenha sido só coincidência, o problema continua: como ficar com um logotipo tão fundamental, tão esperado, tão cuidadosamente selecionado, quase idêntico a um outro já existente? Se as pessoas que escolheram o vencedor conhecessem o antigo, da Telluride, teriam escolhido este?
    Duvido.
    A questão é: vale a pena passar os próximos seis anos correndo o risco de ouvir piadinhas pelos quatro cantos do mundo de que o logo é um plágio?!
    O CO-Rio não tem outra opção: precisa se manifestar, apurar o caso de forma responsável, rígida e convincente. Omitir-se e varrer a questão para debaixo do tapete vai dar a impressão de que muita coisa ainda vai caber lá embaixo.
    O primeiro passo é ter humildade e reconhecer o problema.
    O segundo, cuidar para que esta não se torne a primeira mancha grave nos Jogos do Rio.

  11. 26

    Muiiito bem elaborada, pensanda realmente. Tiveram cuidado no acabamento, coisa de profissional, ao contrário àquela feita para a copa, mas isso já era. Ela traduz a união de alguns momentos do povo brasileiro sem falar, como já foi dito, no contraste entre as cores, muito feliz essa criação e também pudera, de 145 tentativas mereciam uma maravilha de logo, assim como o Rio tem uma natureza maravilhosa!

  12. 28

    Eu achei perfeita! A Tátil sem dúvidas soube colocar o Rio e o Brasil nesta logo. Uma logo com atitude, com muita leveza e bem trabalhada. Eu como brasileiro digo que esta aprovada. Parabéns Tátil

  13. 30

    Acho que o filme mostra que o Brasil não tem condições de oferecer ao mundo uma boa estrutura que comporte as Olimpíadas. Digo isso pelo fato de todos os esportes serem praticados em locais públicos, como praças, calçadas, entre outros diversos que não há a necessidade de citar. Mostrou pobreza. Infelizmente.

  14. 32

    Não é plágio. Simplesmente já foi visto… É banal.
    Qualquer logo pode ser tridimensional, até mesmo seus balõezinhos ali em cima. Então esse “grande diferencial”, alardeado aos quatro ventos pelos criadores, na realidade é apenas uma camuflagem, um algo mais, que apesar de interessante, não é suficiente para carregar um conceito inteiro nas costas.
    A alusão ao Pão de açúcar, a simpatia doish cariocaish, as cores da bandeira: todos esses elementos estão lá. O que falta na marca é espírito olímpico. Gente de mão dada, dançando, não representa uma olimpíada, e sim uma ONG, uma escola infantil, um carnaval fora de época. Esporte é competição, é a vitória, a conquista. O atleta de ponta tem que se exergar nesse logo. Ele tem que almejar a coroa de louros (como no logo de Athenas 2004). Esse link não poderia, de forma alguma, ficar de fora de um logo olímpico – exceção feita à Londres 2012, mas esse tá perdoado porque era sua intenção ser totalmente abstrato.

    E não me venha com os “pilares da marca”… sei que está escrito “espírito olímpico” em algum lugar lá, mas não vejo isso no desenho. O pós-conceito sempre soa forçado.

  15. 33

    Dico, se a “intenção” de ser abstrato te serve de argumento, porque a intenção de representar a “integração” ao invés da “competição” não é válido pra você?

  16. 34

    O logo de Londres é abstrato, mas é o número 2012, e está aí o link direto com o evento que ele representa. Além disso, ele é dinâmico como o esporte e moderno, “edgy”, como a cidade de Londres. E, principalmente, é inédito.

    Já no caso do Rio, ele poderia representar muitas outras coisas (uma ONG, uma escola infantil, um carnaval fora de época) sem problemas…

    Integração é essencial numa olimpíada, mas a excelência tem que estar presente tbm. Se vc me disser tanto faz ganhar ouro ou bronze, vai estar mentindo.

  17. 35

    Integração é essencial para os jogos, mas não é o que diferencia uma olimpíada de uma ONG. Se vc me disser tanto faz ganhar ouro ou bronze, vai estar mentindo – a competitividade existe.

  18. 36

    a competitividade, ao meu ver, [e essencial aos competidores. Acredito que a intenção da marca é atingir o mercado consumidor dos produtos relacionados à olimpíada, aí, o argumento principal utilizado nesse tipo de evento é a integração entre os povos.

    Mas tenho que concordar que o povinho abraçado é manjadinho…

  19. 38

    Dico, numa boa… Tão forçada quanto pós-conceitos está sendo sua defesa da marca de Londres. Marca que, aliás, pode até ter a ver com Londres, mas nem um pouco com as Olimpíadas.

    Você está concordando e fortalecendo os méritos do logo de 2016 sem perceber…

  20. 39

    Acho interessantes considerações como “foi feita por designers” do Cezar Cavalcanti e outras deste naipe. Foi um dos maiores escritórios de design do mundo, Wolff Olins, que fez o emblema para as Olimpíadas de Londres e simplesmente teve 80% de índice de reprovação dos ingleses. Então não tem essa de “se for feita por designers é bom”. O que existe pra população do planeta Terra é só o ‘gostei’ ou o “não gostei”. Se está harmônica, se tem tridimensionalidade ou não, é só balela pra justificar o “gostei” ou ‘não gostei”. Está bonita e pronto. E fazer comparação com a marca da copa (que eu “não gostei”) é de uma infantilidade atroz. É fácil bater em algo que já apanhou tanto. Quero ver dizer que é mais bonita que a do Miró, das Olimpíadas de Barcelona de 92. Quem se habilita?

  21. 40

    Ademir, concordo com quase tudo.

    Como marca, acho essa muito mais interessante que a de Barcelona, de longe. Sem desmerecer a genialidade de Miró, obviamente…

    Em relação ao ser bonito ou não, discordo que a população do planeta se baste a isso. Venho me surpreendendo com o comentários de pessoas que não trabalham ou não têm contato com esse meio visual. Isso é muito legal, cada vez mais as pessoas tem embasamento e opiniões sobre o que vêem.

  22. 41

    Não acho que seja plagio. Afinal, como já diz o velho ditado “nada se cria, tudo se transforma”. Afinal, esta é uma ideia bem simples. Só sei que vai dar para aplicar esta marca em milhares de formas de buginganga. Sucesso para as Olimpiadas no Brasil.

  23. 43

    Para com esse chorinho do cacete.

    Plagiado ou não, foi perfeitamente adaptado, e é incomparávelmente superior a qualquer versão prévia.

    O povo adora encher o saco…

  24. E essa é a marca dos jogos Paralímpicos do Rio 2016… | Cookie Comunicação