Essa ótima ação tem um tempinho, mas achei interessante postá-la aqui no blog. No dia 21 de novembro, foi o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito.
E para chamar a atenção principalmente dos jovens sobre as consequências negativas de beber e dirigir, a agência ageisobar criou uma ação para a ONG Trânsito Amigo (Associação de parentes, amigos e vítimas de trânsito), onde um caminhão-cegonha com cadeiras de rodas no lugar dos carros, percorreu ruas cheias de bares em São Paulo. A ideia era reforçada com a frase: “Este pode ser o próximo meio de transporte de quem bebe e dirige.”
Confira o video case da ação:
Com certeza conseguiu despertar uma conscientização sobre o problema, não acham?


Ação DUKA! Pena que muitos levem ‘na brincadeira’ e nem liguem para a mensagem séria da coisa.
A idéia é ótima, porém a frase está incorreta. Eu bebo e dirijo, porém não em seguida. Portanto, o correto é “Este pode ser o próximo meio de transporte de quem dirige após beber”. Grande abraço.
Perfeita, como estudante de publicidade gostaria de copiar essa ideia e dissemina-la por aqui! adoraria !
Eu acho uma ação complicada e delicada. Primeiro que não é só quem bebe e dirige que usa cadeira de rodas, logo isso pode estigmatizar a imagem do cadeirante e inclusive “marginalizar” o mesmo.
Como seria isso? Simples: Se quem bebe e dirige usa essa cadeira, quem usa é porque bebeu e dirigiu, logo, mereceu isso (é o que muitos vão pensar).
Achei, sinceramente, de muito mal gosto a ação! E você Deloer, como estudante de publicidade deveria, de verdade, ter um olhar um pouco mais macro pra esse tipo de ação.
Tcantizani, eu não acho que a mensagem passe essa estigmatização da imagem do cadeirante. Método dedutivo.
Boa noite David.
Método dedutivo? pode até ser, mas vamos lembrar que o target da ação não são publicitários (que sacariam na hora que na estigmatiza).
Por isso eu disse que isso PODE estigmatizar. Quando se cia uma ação de campanha, você trabalha com uma margem de erro, uma linha pensada do que se pode dar errado, nesse caso aí, se desse errado e fosse gerado essa má imagem ao cadeirante, realmente seria um fiasco para a agência que criou e provavelmente não valeria a pena correr esse risco.
Um abraço e respeito muito sua opinião.