Arquivo da Categoria ‘entrevistas’

Nova entrevista 3.0 do Comunicadores

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Dessa vez fizemos a pesquisa mais interativa ainda. Perguntamos via Twitter qual o próximo convidado que os usuários gostariam que fosse entrevistado. E conseguimos alguns nomes, dentro deles um que achamos bacana para a próxima entrevista é o Fabiano Coura, que para diferenciar dos anteriores, é da área de Planejamento.

O Fabiano sempre esteve presente no mundo digital e neste ano fez a cobertura de cannes em seu blog. Ele é formado em Administração de Empresas pela PUC-SP e em Marketing de Serviços pelo MBA da ESPM, mas também já fez curso técnico para aprender a fazer robô e construir computador. Atualmente ele responde pelo planejamento da área de ativação de marcas da Neogama/BBH.

Agora é a vez de vocês. Enviem perguntas para o nosso e-mail (comunicadores.info@gmail.com) ou pelos comentários e não esqueçam da ótima oportunidade de saber como é um trabalho de planejamento e o dia-a-dia das grandes agências.

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Marcelo Tas | “O blog é a segunda forma mais eficaz de comunicação – a primeira é o sexo.”

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Nesse mês, a revista Seleções trouxe uma excelente entrevista com o Marcelo Tas, onde ele relata o seu começo na TV até hoje, comandando o ótimo CQC. E uma das perguntas, claro, tinha de tocar no termo blog… achei pertinente colocá-la aqui:

Em um site, você afirma que o blog é a segunda forma mais eficaz de comunicação – a primeira é o sexo. Explique essa tese.

Marcelo Tas | ” O sexo é a forma mais interativa de se conhecer uma pessoa. Você clica e a resposta é imediata. Tipo banda larga! O sistema nunca cai, a não ser quando você briga (gargalhada). Se você se comunica bem, pode passar a vida toda com a mesma pessoa. Não existe um casamento feliz em que sexo não seja bom entre os parceiros. O que existe são, na maioria das vezes, casamentos de fachada. Escrevi aquilo como provocação, porque tem gente que fica o dia inteiro na internet e até namora na rede. ”

Falou e disse Marcelo! ;)

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Entrevista com Fernando Campos | Santa Clara

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Fernando Campos

Como todos sabem nossas entrevistas não terão fim. Traremos aqui os principais nomes do mercado de propaganda e comunicação.

Dessa vez contamos com um grande profissional: Fernando Campos, que é o Sócio, Diretor de Criação, Redator, etc. da agência Santa Clara. Confiram:

Quando e como você iniciou a sua carreira? Conte sua trajetória até a criação da Santa Clara.

Iniciei minha carreira numa agência pequena chamada Mental Mark, de um diretor de arte conhecido como Falcon, um grande professor. Por lá passaram profissionais como André Nassar, Bruno Prosperi, Marcelo Giannini, Alexandre Motta, muita gente boa. De lá fui já como diretor de criação (muito novo, experiência quase zero) pra Casa da Criação. Em 97 saí de lá pra Giovanni, onde fiquei um ano. Depois Fischer Rio por mais uns 8 meses e de volta pra Giovanni (aí já como FCB). Fiquei na Giovanni, FCB Rio até 2003, quando vim pra SP como diretor de criação da mesma agência. De lá saí pra abrir a Santa Clara em 2006. Ufa. É isso.

A Santa Clara surgiu com uma proposta diferente e inovadora. Existe alguma agência que seja referência para os trabalhos que vocês criam e o estilo da agência?

Na pré-história da agência, quando ela estava no business plan, fizemos uma grande pesquisa pra definir quais eram nossos benchmarks. E apareceram alguns: A Santo, pela criatividade e habilidade em contra histórias; a Mother pela capacidade de estabeler missões pras marcas através de campanhas lindas; a Nitro pela visão de negócio e pela postura de consultoria; a Wieden+Kennedy por uma história de criatividade e ousadia que não envelhece; a Crispin pela intimidade com um mundo sem fronteiras entre os meios, e algumas outras.

Que tipo de portfolio com idéias é mais interessante: o que tem apenas anúncio ou que tem campanhas com suas ramificações (Mkt-Direto, Internet, Guerrilha, etc.)?

O que tem boas idéias. Ponto.

Como funciona o processo de planejamento da Santa Clara?

Sem demagogia nenhuma: funciona dentro da cabeça dos criativos, dos gerentes de projeto, da mídia e dos planners. E quando não é assim o pau come. Santa Clara é essencialmente uma agência de planejamento de marcas.

Você como redator e diretor de criação, diga qual o conhecimento técnico (ferramentas e softwares) em direção de arte que você acha necessário ter, levando e consideração a evolução do profissional “multi-uso”?
Você acha que isso então poderia apontar para um futuro não muito distante no qual as duplas possam deixar de existir novamente, já que o mercado exige do profissional um conhecimento muito variado e assim ele poderia acabar exercendo as duas funções?

Acho que elas já deixaram de existir. O que não impede de cada um focar, na execução, naquilo que lhe dá mais prazer. Eu, por exemplo, adoro escrever.

O que você acha que fez com que a Santa Clara conseguisse conquistar Cannes nos últimos anos, diferente de muitas grandes e antigas agências que sempre ganhavam e não conseguiram mais nos últimos anos?

Acho que existe uma renovação de pessoas, nomes, jeitos de fazer, e isso é muito natural em qualquer mercado. Cannes sempre refletiu isso e agora não seria diferente. Mas mesmo as “grandes e antigas”, como você disse, se renovam internamente e surpreendem de tempos em tempos.

Vocês estão de parabéns por inovar com o processo de seleção de estagiários. Quando vai ocorrer um novo “Estágio Virtual”?

Não tem data marcada. A lógica toda do estágio virtual é fazer com que os caras tivessem tutores de verdade, que tivessem um pedaço da nossa atenção. Acho que faremos outro quando estes estiverem “crescidinhos”, o que na nossa profissão muitas vezes não demora tanto…

Gostaríamos de agradecer ao Fernando Campos pela participação e pelo carinho e também aos leitores que participaram nos enviando perguntas: Bruno Delfino, Micarlos, Giorgie Guido e Tiago Fidelis.

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Entrevista Comunicativa 2.0

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Como todos já sabem, estamos de volta com nossas Entrevistas Comunicativas. E já passaram por aqui grandes profissionais e a última entrevista foi com o Ruy Lindenberg, que é VP de Criação da Leo Burnett.

Nossa próxima entrevista será com o Redator, Diretor de Criação e Sócio da agência Santa Clara: Fernando Campos. A agência para quem não se lembra, foi criada em 2006 e de lá pra cá já ganhou muitos prêmios importantes, inclusive foi uma das únicas que ganhou Cannes em 2007 e agora em 2008.

E seguindo conselhos, vamos fazer diferente dessa vez. Gostaríamos de receber perguntas de todos que visitam o blog para a entrevista com o Fernando Campos, basta deixar nos comentários ou mandar para nosso e-mail: comunicadores.info@gmail.com que nós selecionaremos as mais viáveis e colocaremos na entrevista.

Participem!!!

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Entrevista com Ruy Lindenberg

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Para o relançamento das nossas entrevistas comunicativas, hoje contamos com a participação do Ruy Lindenberg, que é VP de Criação da Leo Burnett. Confira:

1 – Qual foi o seu primeiro contato com a propaganda? Onde ocorreu?

Eu estava fazendo a FGV (Fundação Getúlio Vargas), cursando administração de empresas, e aí tive um trabalho sobre propaganda. Precisava escolher um produto, definir o mercado e criar a campanha. Gostei tanto que resolvi que era criação que eu desejava fazer. A partir daí, comecei a procurar estágio e entrei para a profissão. Ou seja, pulei para o outro lado da mesa.

2 – Você acredita que o mercado da propaganda mudou bastante de quando você entrou até hoje? Quais as maiores mudanças?

Mudou radicalmente. Hoje nós temos as novas mídias, a audiência está dispersa por mídias como internet, celular, televisão a cabo, televisão comercial, etc. Isso faz uma enorme diferença.
Outra diferença grande é que os profissionais saem das escolas de comunicação e, muitas vezes, são PHDs em festivais. Eles vêm com todo o repertório de Clio, Cannes, NY e London Festivais, por exemplo. Até se conseguir uma idéia original, é um longo trabalho. Primeiro, um trabalho de desconstrução e depois de reconstrução. Ou seja, esquecer o que viram nos festivais e olhar melhor a vida, a música, o cinema, os hábitos do consumidor para tentar algo mais original e interessante.

3 – O que você tem achado do desempenho do Brasil nas premiações mundiais? E o que você espera para o festival de Cannes deste ano?

Acho que o Brasil já esteve melhor. Na minha opinião, estamos numa época de transformação, assimilando as novas mídias e tentando fazer melhor as mídias tradicionais. E estamos nos atrapalhando no percurso. Mas logo, logo, a gente acerta o passo.

4 – Como você vê a influência da internet e dos blogs na propaganda atual?

Bem, um grande número de jovens está mais ligado na internet do que na televisão aberta, e isso muda radicalmente o jogo. Alguns dizem que nós estamos deixando de ser uma sociedade de “comunicação de massa”, mas eu não acredito nisso. Pelo menos no Brasil, a influência da televisão é enorme. Mas que a coisa está mudando, está.

5 – Hoje, a maioria dos estudantes de publicidade e propaganda quando ingressam na faculdade tem um vislumbramento para a área de criação, como você vê isso? Como as agências estão se comportando com tanta procura de espaço pelos estudantes?

Se você olhar bem, vai descobrir que as agências hoje têm menos duplas de criação do que no passado. Ou seja, o mercado não está crescendo como seria de se esperar. O que acontece é que ele não absorve esse número imenso de jovens que são jogados no mercado de trabalho, a maioria deles, mal preparados.
Outro problema é que o campo de propaganda é tão vasto e estimulante que não se pode pensar apenas em criação. Existem outras áreas em agência muito interessantes. As áreas de internet, novas mídias, precisam de gente bem preparada e criativa.

7. Muitos dizem ser a internet o futuro da propaganda, outros a transmídia. Para você qual será o destino dos meios alternativos de comunicação?

Assim como o cinema não acabou com o teatro e a televisão não acabou com o cinema, a internet e todos seus derivados (celulares, redes de relacionamento, blogs, sites, etc.) não vão acabar com as antigas mídias. Mas vai modificar o peso delas na composição total e, inclusive, a maneira como as antigas mídias devem falar com o seu público.

8. Vários clientes ainda desejam o “feijão com arroz”, ao invés de investirem em mídias digitais. Isso é ruim?

Acho que a ousadia não está no fato de a mídia ser digital ou ser tradicional. A ousadia tem de estar na idéia que vai ser usada pela melhor mídia que a transmita ao consumidor.

9. Para finalizar. Que palavra você deixaria para os futuros publicitários e até mesmo para os mais experientes?

O nosso trabalho é muito simples: buscar uma grande idéia. Mas vamos deixar claro: o fato de ser simples não quer dizer que seja fácil.

Gostaríamos de agradecer ao Ruy Lindenberg que foi muito atencioso e nos respondeu com muita rapilidade e com muito carinho. E também aos nossos leitores.

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Entrevista com Selma Navarro

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
A partir de hoje vamos retomar nossas Entrevistas Comunicativas, trazendo grandes profissionais de diversas agências e empresas diferentes.


Na entrevista de hoje contamos com a Diretora de Criação e Sócia da ag_407, Selma Navarro. Confira mais na excelente entrevista:


1- Só para o conhecimento de todos, qual a sua trajetória profissional na área?

Eu passei por agências como a Ogilvy, Salles (hoje é a Publicis), W/Brasil, Almap e fui, junto com o Alex Schönburg, a primrira sócia da TBWA no Brasil. Depois nós fomos para a Europa, onde eu trabalhei como diretora de criação em agências na Áustria (do grupo Cayenne) e Alemanha. Em 2004, voltei para o Brasil e, em 2005, abrimos a ag_407.


2- Como foi a experiência de trabalhar e dirigir uma agência lá fora, como a Cayenne?

Foi uma super experiência. Primeiro, eu aprendi como trabalhar em um formato totalmente diferente das agências brasileiras, e que é o formato da ag_407. Como na Europa, as agências trabalham com bureau de mídia e a remuneração é feita por fee, a criaçao e o planejamento ficam absolutamente livres para proporem e pensarem idéias que vão além da televisão e da mídia impressa. Eles pensam o tempo todo, idéias, e não títulos ou filmes. Eles pensam produtos novos, festas, programas de televisão. Por isso, acabam contratando gente de diversas diciplinas. Como na Europa o trânsito entre os países é muito grande, ter alguém “estrangeiro” dentro de casa é normal, é bom, é uma outra cultura que sempre vem acrescentar e enriquecer. E sendo brasileira, eu não tive nenhum problema maior de adaptação, a nossa propaganda é um produto internacional e reconhecido.


3- Qual a diferença que você vê na propaganda européia em relação à brasileira?


A brasileira está estagnada em uma fórmula que deu muito certa nos anos 90. A européia, como um todo, mas sobretudo a Alemã, evoluiu muito. O publicitário europeu é mais humilde que o brasileiro, ele sabe que precisa aprender sempre, ele confia no jovem e respeita o experiente. O publicitário europeu não é um cara intuitivo como o brasileiro, ele passa por um processo de formação muito claro, que faz com que ele acabe se destacando a longo prazo. E esse mesmo profissional mais preparado e mais treinado que nós, tem muito mais tempo para realizar um trabalho. Os “times” são outros, uma campanha leva 6 meses pra ser criada, aprovada e produzida. A correria daqui, faz o “mais ou menos” virar padrão de qualidade.


4- Em que ponto você acha que a ag407 se diferencia das outras agências?

A ag_407 é sobretudo uma agência de idéias. Mídia é uma das idéias que usamos, quando o cliente precisa, mas somos estruturados para pensar em todas as disciplinas. Um exemplo disso, é que a criação trabalha em um única mesa, onde se encontram as diferentes disciplinas. No “mesão” temos o James Scavone, o criativo mais premiado em marketing direto do Brasil, temos o Thiago Ventura, um puta design gráfico, que nunca trabalhou em uma agência de propaganda, temos o Vitor Maradei, de internet, só para ficar em 3 exemplos. Quer dizer que não temos departamentos em andares diferentes, aqui todo mundo fica sentado em uma mesa, em volta da idéia, do problema, então a solução vem integrada, completa. O nosso planejamento também é assim, uma mistura de olhares. Ao invés de termos um cara de planning, que manda a idéia para a criação criar, a própria criação participa do planejamento. A gente não acredita que o filme de 30″ e a página dupla morreram, ao contrário, estão vivos e fizerem plástica, estão de cara nova. Não há mais espaço para a propaganda que insiste na venda de um produto. A propaganda que criamos está sempre propondo algo divertido, uma atitude, um estilo irreverente, onde o produto se encaixa naturalmente. E aí sim, a escolha acontece, o consumidor quer aquela marca, porque ela lhe diz algo a mais, não é só um produto, é algo que tem alma.

5
- O que você considera necessário, hoje, para um portfolio ideal?

Idéias. Títulos frescos, com raciocínios inusitados e formulações ainda não vistas. E um puta layout. Um bom layout salva um título ruim. Um título bom não salva um layout ruim. Por isso, aqui na ag_407 direção de arte rules. O PL ( Paulo Lemos) é o nosso “head of art”, ele cuida para que tudo saia com uma cara diferente da propaganda normal. Nossos layouts não são super tratados com photoshop, acreditamos no design como parceiro inseparável da direção de arte.


6- Há muitas pessoas que discutem sobre o sistema de duplas de criação. Como você acha que vai ser o profissional do futuro, com conhecimentos de direção de arte e redação, offline e online?


A ag_407 está sempre buscando o criativo, o cara que tem boas idéias e que sabe trabalhar rodeado de gente, pra formatar essas idéias dos mais diferentes modos possíveis.


7- Você já ganhou muitos prêmios. Você acha que o acúmulo de prêmios reflete na oportunidade de avançar na carreira de um profissional?

Prêmio é um exercício muito bom. Quando você está competindo por algo, você fica mais ambicioso, você se cobra mais e o resultado do seu trabalho vai ser melhor. Prêmio é um incentivo extra, para se superar. Mas também pode ser uma armadilha, quando a agência cria paralelamente para os festivais. Aí, começa entregar um produto medíocre dentro de casa e um brilhante nos festivais, e o que servia para estimular, acaba em um estéril exercício de vaidade. O profissional biônico, que só existe em festival, em geral, é uma decepção no dia-a-dia do cliente e da agência. Eu não contrato quem tem um trabalho basicamente “fantasma”.

8- Quando você acha que o profissional deve montar sua própria empresa? Talvez quando ele tenha uma certa fama no mercado ou arriscando mesmo?

O profissional só deve montar uma agência, se ele tiver talento para ser empresário. Nem todo bom criativo tem esse talento. São coisas bem diferentes, estar em uma agência com uma estrutura e fazer uma carreira brilhante, não garante que você vai abrir a sua agência e conseguir um bom resultado. Ser empresário é uma profissão à parte, e não uma evoluçao lógica como muitos pensam.

9- Como você vê o futuro da propaganda e as novas mídias?


Vejo tudo indo muito bem. O consumidor estando mais inteligente e mais criterioso, nos força a sermos mais inteligentes e respeitosos. E isso é muito bom para o anunciante e para as agiencias.

10- Como você vê os blogs sendo considerados mais uma fonte de informação com status de credibilidade? Você costuma ler blogs da área?

Não só leio como temos um blog, o In Vitro, que é uma tremenda fonte de relacionamento com o mercado. Nós fomos a primeira agência a ter um blog, e fomos a primeira a criar e implantar um blog 100% aberto, sem moderação, para um cliente do porte da Motorola, isso foi para a semana de moda em São Paulo, e forçou o São Paulo Fashion Week a criar as primeiras credenciais de imprensa para blogueiros.

11- Muitos planejamentos de comunicação estão olhando os blogs como uma “nova” forma de mídia e usando o ‘poder’ que eles tem para gerar buzz na ação ou produto. Como você visualiza isso?

Tem que ser feito com transparência. Essa coisa do blog “entuchar” uma idéia ou um produto, é feio para os dois lados, todo mudo percebe.


12- Por último. Que palavra você deixaria para os futuros publicitários e até mesmo para os mais experientes?


Temos que assumir que a propaganda é uma poderosa ferramenta de manipulação de idéias e comportamentos. E que temos oportunidades diárias de ajudar a criar uma sociedade mais feliz e melhor.

Espero que tenham gostado e em breve teremos mais Entrevistas Comunicativas!. E aproveitamos, e agradecemos a Selma pela atenção e receptividade recebida!


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