É verdade que principalmente com as redes sociais bombando a cada dia mais, todos nós ficamos com um espaço gigantesco para expor opiniões sobre tudo que acontece no mundo, fazer comentários, elogios, críticas, enfim… o canal tá aberto.

Mas é verdade também, que em muitas dessas situações há um certo exagero. E com a publicidade, que não poderia ser diferente, esses ataques também existem. É o comercial que supostamente faz apologia a não sei o que, é o anúncio que apresenta um duplo sentido ofensivo, e por aí segue num caminho que com certeza você já se deparou em alguns momentos.

Calma, nada contra. Muito pelo contrário. Se fizer sentido nós temos mais é que falar mesmo. Mas será que sempre faz?

Para tratar o assunto das “indignações populares” com a publicidade, a AlmapBBDO criou uma campanha para o Conar que de fato me chamou bastante atenção. Com um tom de humor simples e direto, os dois comerciais oferecem situações fictícias que exemplificam o quão exageradas podem ser as reclamações que de vez em quando são feitas para o órgão.

O objetivo principal da proposta acaba sendo mostrar a importância do Conar, que nos dois filmes pede confiança pois ele está lá para “policiar” tudo que está sendo feito no segmento.

Não vou entrar no mérito prático disso, pois particularmente discordo de algumas campanhas que foram “enquadradas” ao longo do tempo. De qualquer forma, achei a campanha muito boa pelo conceito, pela abordagem e por estar falando um fato indiscutivelmente real.


5 comentários
  1. Sr. Gilberto C. Leifert Já não há respeito pela profissão de palhaço.

    Muito me estranha um Conselho de Autorregulamentação Publica, fazer e veicular uma propaganda que denigre, humilha e exculaxa a profissão do Palhaço.
    Já trabalho há 32 anos anos na arte de alegrar.
    Vi com surpresa o comercial veiculado, pois por mais uma vez usam a figura do palhaço para falar dos inumeros problemas que o país passa.
    Sejam mais criativos.
    Experimentem usar um ator afro decendentevestido com uma toga de magistrado e humilha-lo dessa forma.
    Creio que o tratamento seria outro.

    Fernando Saez
    com muito orgulho PALHAÇO PIRI

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