Dezembro Vermelho: Dia Mundial de Combate a Aids
O dia 01 de Dezembro foi internacionalmente instituído como o Dia Mundial de Combate à AIDS em 1987 pela Organização Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da ONU.

E mais recentemente, o mês todo de Dezembro foi proclamado “Dezembro Vermelho” – o mês onde os esforços contra a AIDS é mais intensificado. Em exemplo como temos os já conhecidos “Outubro Rosa” que conscientiza sobre o câncer de mama e o “Novembro Azul” sobre o câncer de próstata.

A data tem o objetivo de alertar e conscientizar as pessoas sobre os riscos da doença, bem como mostrar as opções de evitá-la, como o uso de preservativos, por exemplo.

Segue uma seleção especial com mais de 40 de anúncios publicitários e ações com esse tema:

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E também temos Vídeos:

Tem outros anúncios, campanhas e vídeos sobre o tema que acha que deveriam entrar nesta lista? Pode indicar nos comentários! :)

20 comentários
  1. Já foi comprovado que o uso da camisinha não protege 100% contra a aids e li uma pesquisa, em que um resultado muito considerável, que uma vida casta é a melhor solução no combate contra a aids, e também na diminuição de parceiros. (lembrando que castidade não é abstinência de sexo e sim relação sexual entre conjugues, ou seja, no matrimônio). E fiquem ligados muitas empresas que fabricam camisinha propinam para passar seu produto em má qualidade para o mercado. ^^

  2. Os cartazes sao todos péssimos. São abordagens usadas no início das campanhas de proteção contra a aids, que sabidamente não deram certa. O mêdo somente leva à mudança de comportamento quando usado em quantidades módicas. Associar sexo com risgo e morte somente serviu para alienar muita gente das medidas de proteção, além de estigmatizar as pessoas vivendo com HIV. Nao vi os videos, porque se a seleçao das fotos foi tão ruim, preferi não perder meu tempo. Comunicadores deveria ter refletido um pouco antes de reporduzir esses conceitos tão ultrapassados e tão condenados por todos que trabaham em campanhas contra a aids.

  3. Bom dia Paulo, tudo bom? Apenas fizemos uma pequena seleção das campanhas com o tema. Mesmo que o conceito/execução esteja de certa forma errado, o nosso objetivo é apenas mostrar o que a publicidade está fazendo para abordar o tema – mesmo que errôneo – mas que serve também para refletir e mudar a estratégia de comunicação para algo menos chocante e, muitas vezes, preconceituoso. Agradecemos o seu alerta!

  4. Já te contaram que o maior índice de AIDS são eu mulheres monogâmicas e casadas? Ou seja, que só mantém relação com o marido? O preservativo é a forma mais segura! MESMO DEPOIS DO CASAMENTO!

  5. Sou obrigada a discordar, a AIDS não mata, mas leva a morte! Qual forma melhor do que alertar sobre o seu maior risco: A MORTE! A única coisa que eu acho que faltou foi algo alertando que AIDS não tem rosto. Então mesmo o cara bonito, de familia pode ter… e as vezes nem sabe. E mesmo em relações duradouras como o matrimônio deve-se usar o preservativo.

  6. Agradeço a reposta de COMUNICADORES, mas de fato me preocupa que apesar de tanta evidencia contrária, o uso de medo continue sendo cogitado como um enfoque válido para as campanhas de proteção contra a aids. Para quem tem interesse no assunto, compartilho uma publicação que aborda isso, e também (e principalmente) o enfoque de género nos comerciais de TV sobre VIH. É muito interessante ver como alguns comerciais supostamente equilibrados são tremendamente machistas. Ao enfraquecer o papel da mulher na sociedade e também na proteção contra a aids, esses comerciais são contraproducentes. Outros comerciais foram até revolucionários desse ponto de vista, como a famosa camanha "Tire um piano da cabeça, faça a prova de aids". O texto está em espanhol: http://www2.paho.org/hq/dmdocuments/2010/La_perspectiva_de_genero_en_las_cunas_televisivas_sobre_vih.pdf
    Para ver os 10 videos aos quais se refere a publicação, clicar aqui: http://news.sida-aids.org/la-perspectiva-de-genero-en-las-cunas-televisivas-sobre-vih/

    Aproveito para mencionar que ao contrário do que afirma Claudia Cerezer, a maior "prevalencia" (termo correto) de HIV não se encontra entre as mulheres casadas e monogamicas. Em algum momento se afirmou que era nesse grupo populacional que a prevalência crescia mais rapidamente, o que é correto, porque a prevalencia era muito baixa, e cresceu um pouco. Há muitos outros grupos populacionais com prevalencias mais altas.

  7. Olá Claudia, com todo respeito… neste caso, a questão é, como contraíram o vírus, essas pessoas monogâmicas? Provavelmente contraíram o vírus imunodeficiência humana (HIV) antes do casamento ou tiveram relações com outros antes, então sem saber que eram portadores do vírus, casaram-se… tem que analisar todo o contexto neste caso. Nenhum sistema imunológico humano desenvolve o vírus sozinho. Governos de Estado Africanos que divulgaram e incentivaram seu povo a uma vida casta, se resguardarem até o matrimônio ou em outras crenças ter relações apenas com um único parceiro também casto, não contraíram o vírus e estatisticamente ouve uma grande redução dos casos de contaminação. Deve lembrar que o vírus é 450 vezes menor que o espermatozoide e de 50 a 500 vezes menor que os poros do látex. Fora as mudanças de temperatura no transporte, armazenamento e na distribuição alteram a resistência do preservativo fazendo com que se rompam mais facilmente. Abraço ^^

  8. Daniel Zerbini O que eu quis dizer – e disse – é que não se pode confiar a sua saúde a alguém, mesmo que esse alguém seja seu marido. Por mais que se confie no cônjuge. Não é por que vc acredita que a vida casta seja a melhor solução que a pessoa que vc ama vai seguir a mesma linha de raciocínio (mesmo que em certo ponto tenha falado o mesmo… Pessoas mentem!) Ou seja.. É bom lembrar que o uso do preservativo é essencial AINDA QUE EM MATRIMÔNIO!

  9. Claudia Duarte Cerezer Entendi. Porém conforme pesquisas o preservativo não garante 100% de segurança. E a mídia não divulga isso por questões de lucro da industrialização de preservativos e outros fins.

  10. Aproach completamente errôneo para o tema. Vamos colocar a morte personificada/aranhas/escorpiões ou até um paciente terminal tb para combater o câncer, doenças de pulmão, insuficiênia renal, cardiopatias, etc… Ao invés de incentivar o sujeito a fazer o teste, que é a coisa mais importante a se fazer… Todos sabem q aids quando tratada não mata, a ignorância mata.
    http://kff.org/other/press-release/speak-out-lets-bring-hiv-out-of-the-closet/

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