Um livro infantil que depois de lido pode ser plantado
Com o objetivo de promover uma maior consciência ambiental e o desenvolvimento de soluções que incentivam a sustentabilidade do planeta, a editora argentina de livros infantis “Pequeño Editor” publicou um “livro árvore”, em parceira com a agência de publicidade FCB Buenos Aires, o primeiro livro que pode ser plantado após ser lido.

Incrustadas nas folhas e na capa do livro, feitas a partir de tintas ecológicas e papel alcalino, estão sementes de jacarandá, uma árvore que está ameaçada de extinção.

As instruções do livro explicam como se faz: depois de lido, de preferência com uma criança para lhe ensinar sobre o respeito e admiração pela natrureza, o livro deve ser umedecido e guardado num local fresco e sem luz solar, até que germine. Plantá-lo à superfície, sem o cobrir de terra, é o passo seguinte. Devemos garantir que ele será regado com frequência para ver crescer uma árvore.

Lançado em março deste ano com o título “Mi papa estuvo en la selva” e baseado em fatos reais, a história é narrada por um menino que descreve as aventuras de seu pai em uma selva do Equador. Ele foi escrito pelo argentino Gusti e ilustrado pela francesa Anne Decis.

Confira tudo no vídeo em cima

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Uma ideia bem criativa e interativa! Porque não é só o mundo online que tem de ter a preocupação de ser interativo ;)

Outras iniciativas com tão boas ideias como esta são a portuguesa Papel Florescente que vende postais, folhetos ou cartões de visita que podem ser plantados. Investigadores da universidade norte-americana MIT também criaram o Sprout, um lápis que, quando fica tão curto que já não escreve, pode ser plantado e originar uma planta.

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As boas ideias são como as árvores, quantas mais, melhor! O que acharam?

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Quando compartilhamos um livro, estamos compartilhando mais do que apenas páginas de papel e tinta. Estamos dando a oportunidade de aprender, descobrir e crescer. Pensando nisso, a editora Australiana Random House e a agência criativa BMF criaram o “Mailbooks For Good” para que as pessoas pudessem doar seus livros com aqueles que não podem comprar livros. Como funciona: quando os livros já forem lidos, os leitores viram a capa de dentro para fora e os livros tornam-se pacotes pré-pagos prontos para serem colocados no correio e enviados diretamente para uma instituição de caridade. A ação conta também com um hotsite que explica tudo: www.mailbooksforgood.com/. Tá aí uma boa ideia que poderia ser adotada pelas editoras brasileiras, pois, assim, difundiria cultura e conhecimento! Concordam?